O tão esperado Zelda: Tears of the Kingdom finalmente chegou às prateleiras físicas e digitais por aí, mas muitos jogadores ainda querem saber o que podem encontrar de novidade.
Por ser uma sequência direta de Breath of the Wild, o jogo herda a estrutura principal do mundo aberto e vários elementos de seu antecessor, mas os amplia com mudanças e ideias inéditas.
Por isso, decidimos listar algumas das principais novidades de Tears of the Kingdom. Veja abaixo:
Mecânicas de fusão

A principal novidade da jogabilidade é a presença de mecânicas de fusão, Ultrahand e Fuse, que incentivam o jogador a ser criativo e combinar itens, armas e até comidas para a criação de engenhocas úteis. Você pode criar barcos, mini aviões e até foguetes com materiais simples do cenário, por exemplo.
Mecânica de “voltar” no tempo

Outra mecânica inédita é Recall, que possibilita que Link faça um objeto ou item regressar no tempo, refazendo sua trajetória ao contrário. Se deparou com uma pedra que caiu do céu? Suba nela e faça ela voltar na mesma hora para descobrir de onde ela veio.
Mecânica de “atravessar” o teto

A quarta mecânica é Ascend, que serve para atravessar o teto logo acima de você. Assim, é possível sair de cavernas e dungeons em segundos, ou invadir casas e locais fechados e sem uma entrada aparente.
Dispositivos da Tribo Zonai

Tears of the Kingdom ainda oferece ferramentas pré-definidas para usar com as mecânicas citadas acima, que são chamadas de Zonai Devices. São cápsulas de objetos úteis, como propulsores de voo, balões e rodas para a criação de transportes, planadores, armas e por aí vai.
Hyrule, ilhas flutuantes e profundezas

O mundo aberto de Hyrule é praticamente o mesmo, mas há uma grande diferença. Agora, a exploração vertical foi expandida, e o reino apresenta três “camadas”: a superfície, as ilhas flutuantes e as profundezas. Cada “nível” tem suas próprias características e conteúdo, que convidam o jogador a transitar entre eles durante a exploração.
Dungeons únicas e variadas

O pedido dos fãs foi atendido, e as dungeons estão de volta. Não seguem exatamente o estilo tradicional de dungeons de títulos anteriores da franquia, mas são temáticas de acordo com a região em que se encontram e oferecem puzzles e chefes.
Fim dos Guardians

Seja para bem ou mal, Tears of the Kingdom não tem os Guardians, as máquinas mortíferas espalhadas por Hyrule em BotW. No entanto, o jogo tem outro tipo de seres mecânicos importantes na trama e no mundo aberto: os Constructs. Alguns deles são hostis, enquanto outros até auxiliam Link.
Retorno dos Templos

O jogo deixa de lado as Divine Beasts para trazer o retorno de algo familiar aos jogadores: os Templos. Com ligação direta na história, eles são passagem obrigatória para zerar TotK e estão cheios de quebra-cabeças de ambiente, inimigos e chefes desafiadores.
Habilidades dos Sages

Além de avançar na história, finalizar um Templo concede uma habilidade especial para Link, que é quase como um NPC acompanhante. Cada Templo é ligado a um Sage que presenteia o protagonista com um espectro que o acompanha pela jornada ali em diante. Cada Sage concede uma habilidade especial, além de ajuda no combate.
Presença de Ganondorf

A lista não poderia deixar de citar, é claro, um dos maiores pontos – e o causador do novo caos em Hyrule – da história. A forma mais icônica do Demon King, o Ganondorf, é o principal vilão do jogo. Mas as surpresas envolvendo o personagem precisam ficar em segredo para não entregar spoilers. Fica apenas aquele desejo de “boa sorte” para quem for enfrentá-lo!
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom está disponível para Nintendo Switch.
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